.comment-link {margin-left:.6em;}

posts aleatórios sem tópicos específicos ou muita mirabolanticidade. papos sem fundo. bem-vindos! (comentem!)

terça-feira, setembro 05, 2006

buffalo bill e outras histórias felizes

FELICIDADE: (o latim felicitas, felicitatis, feritilidade, prosperidade) 1. Estado de perfeita satisfação íntima; ventura.

eu nem sei explicar como é o meu sentimento de felicidade. [aposto q eh diferente do seu.] sempre q tou muito feliz penso q poderia morrer, explodir em um milhão de partículas e me expandir pra sempre. ontem a professora de sociologia (ou será q li isso em algum lugar?) disse que na África, no começo da colonização havia uma dificuldade em entender, pelos dois lados, como q em várias "tribos" (tá correto eu dizer tribos?) existiam sete palavras para "amor", de diversos níveis, enquanto que nas línguas européias apenas uma... duas, no máximo, o q é tão pouco pra representar tantos amores diferentes. e eu concordaria em ter mais palavras pra muitas coisas. é dificil se expressar com palavras ainda mais quando uma pode ser muito fraca, muito forte ou muito genérica pra dizer algo que valeria a pena dizer com clareza.
não acham?

*tou tão cheia de sentimento bom q nem sei oq qro escrever... hehe*

essa história de eu ter ido (por muito acaso soube a tempo de comprar o ingresso) na apresentação do Nelson Freire (sabe qm realizou??!?! o Núcleo Marista de Produções do Colegio Marista de Brasilia, juntamente com o Ministério da Cultura!!!!! Mó orgulho ^^), e dps eu conseguindo o autógrafo, mal mantendo a postura diante dele de tanta emoção e tudo... depois eu correndo no escuro chorando tremendo agarrada no programa com um "Para Weronika, Nelson Freire" em caneta azul... e parando sem saber no meio do palco ao lado do piano, no escuro e tipo boooooooooooom!! uma lavagem emocional literalmente. meio que tudo, sabe? o errado que veio pro certo ser possível (digo eu n ter passado pra comunicação na unb e agora eu qrer passar pra música..) é eu ainda não saber como ser adulta e meio que com passos tortos tentar parecer convincente. eu nem me toco que daqui a alguns meses vou ter dezoito anos. digam todos q n fará a menor diferença mas continuarei dizendo que isso mudará meu jeito de ver a mim mesma. não queria isso, mas já q n tenho escolha (tem muitas coisas que não temos como escolher né?) talvez o melhor seja... adaptação!!! sei q me adapto, eu sempre me adapto a fim de continuar tendo esses surtos de felicidade sem fronteiras.

*sem fronteiras... (?!)*

não sei imaginar o universo, aquilo que n tem um fim nem um começo propriamente ditos, tipo "ah, chegamos, aqui acaba tudo" TUDO OQ PORRA??? lá o tudo é o nada, é um vácuo que n sei nem imaginar como é ser NADA, e como um nada pode ser qqr coisa??? universo seria uma denominação práquilo que n sabemos definir. se n for assim, me diz você como imaginar o universo. (planetas flutuando um sol que queima buracos negros luz tempo, distorções do tempo AAAAAAAAAAAAAAH seria o tempo então algo material???? tem aqela história do homem que vai ao espaço e envelhece mais lentamente...!!!!!) e minha profa de sociologia tb disse q já se sabe q o universo tem fim sim. mas o fim seria onde? e depois dele? onde há menos ainda que no próprio universo?!?!? então como pode existir o infinito?? ele tb é completamente utópico a meu ver. mas algo move tudo isso que nem revela sua origem. nada esclarece o começo de tudo. nem deus. deus tb teria q ter um começo. mas será!? (tudo ter um começo é como acreditamos ser tudo...) eu já disse que em iniciação à ciencia aprendemos q nenhuma verdade é absolutamente verdadeira???? agora sinta o vazio: tudo pode ser desmentido algum dia. por causa das limitações... tecnológicas... ideológicas, todo tipo de limitação pode nos impedir de ver as coisas em sua plenitude.

puf puf puf!

feliz feliz feliz
não sei quanto a vocês, mas acho q sou a pessoa mais feliz do mundo. na boa.
talvez eu fosse mais feliz c soubesse compartilhar dessa felicidade. o meu problema é que eu sou praticamente um sistema hermeticamente fechado (aprendi essa palavra hoje!) que vaza de vez em nunca. pode parecer que eu sou transbordante de alegria, espontaneidade, honestidade até. mas acho que tudo n passa de uma impressão. n sei c de fato consegui algum dia contagiar alguem o tanto quanto quis. pode parecer que falo muito mas acho que seria mais fácil se os sentimentos fossem legíveis, coloridos, qua afetassem o tato, a audição o paladar, tudo. isso seria contagiar. imagina, uma pessoa tão feliz do seu lado que vc n conseguiria tirar o gosto bom da boca, a sensação boa da pele, as cores vivas do olhos. e que fossem cores que até cegos, caolhos, ciclopes pudessem ver. eu n saberia nem imaginar as cores dessas cores-sentimentos. assim ocmo n consigo imaginar o nada.

agora imagine o nada sentimental. será que isso existe? diversas vezes me sinto estática, blank, mas não tem nem como! além da minha biologia n permitir isso, o fato de eu achar que n sinto nada... (pera, n sei oq qro dizer..) é sei lá o q qro dizer. mas sentir o nada... seria possível?

até que ponto eu sou fútil? até que ponto digo que os outros são? é julgar os outros como se eles n tivessem essa capacidade de n serem fúteis. esterótipos. seria tão bom se todos fôssemos meio imprevisíveis. talvez n existissem tantos estereótipós. mas será q eles são msm tão ruins? é modismo, mas é comodiade. o mundo é complexo mesmo e n adianta querer fingir que tudo é simples assim, mas seria complicado demais suportar não esterotipar. classificar e agrupar. semelhante com semelhante. pá. isso é isso e aquilo é aquilo.
percebi em mim, de uns tres anos pra cá, que tenho dificuldade em definir certas coisas, aqulas coisas d q tenho conhecimento mas simplesmente.... esqueço. tipo as pessoas. tem umas diferenças q faço questão de ver, reessaltar, condenar (eu qria algo mais fraco q condenar...) mas tem vezes que eu simplesmente n percebo que a minha volta todos olhos práquele alguem e vêem "gordo","magro", "branquelo", "negro", "japa", "narigudo", "desengonçado", "gostosa", "gay", "galinha", "sacana", "metaleiro" etc. eu devia enxergar mais. isso meio q é exigido pelos q tão a minha volta..

uma vez li q Morgan Freeman se recusou a dar uma entrevista sobre racismo e explicou, disse algo como "o racismo só vai acabar quando eu parar de te chamar de branco e vc de me chamar de negro". É genial sim. eu n teria dito melhor.
*
n gosto de falar de racismo. além de ter virado tema pop, é polêmico demais e tudo pode te levar à justiça. provavelmente c eu fosse negra, ou me considerasse tal pensaria diferente. mas enquanto todos formos preconceituosos, só vou pensar oq quiser. eu sou estrangeira e preconceito contra mim também há. e contra deficientes. e contra gênios. e contra tudo, sempre terá um monte de gente que mal-dirá.
liberdade de expressão. isso tb n existe não.
*

na aula de realidade contemporânea brasileira tavamos definindo liberdade. incrível. acho q já comentei sobre isso no post anterior. mas é pq foi realmente bom pensar sobre o tema com mais alguem. abrir a cabeça é tão bom =]

bom, acho q já disse oq qria por agora. o título do post é um link pra qm quiser saber qm foi Buffalo Bill. eu n sabia. sempre tivemos um quadro "do buffalo bill" em casa mas nunca me dei ao trabalho de pesquisar qm foi. e se foi.
muito boa noite para todos vcs!
\o/

"we never wanted to be abused. we never give up, it's no use.." BLINK182 -Anthem part2